domingo, 25 de abril de 2010

Sobre o preconceito contra os emos


Olá pessoal, primeiramente gostaria de me desculpar por não ter postado nada nas últimas semanas, mas estou sem tempo pra nada. Pois bem, hoje venho fazer um comentário para as pessoas que se sentem revoltadas por os emos não tomarem nenhuma atitude para combater o preconceito que tanto os incomodam, ou que acham que os emos se fazem de vitimas para ser o centro das atenções.

Cara, o preconceito sempre existiu e sempre existirá, não adianta ficar de mimimi, os emos assim como scenes e afins sempre serão alvo de preconceito por não fazerem o parte do padrão que é imposto pela sociedade.

Para alguém que não sofre o preconceito é muito cômodo chegar e reclamar porque não é tomada nenhuma atitude por parte dos emos. Como um colega meu chamado Daniel disse em um tópico da comunidade "Odeio Preconceito Contra Emo" , são os emos contra todo o mundo. Não é uma ou outra pessoa não, é a sociedade quase que por inteira, é a sua palavra contra a de todos. Algumas pessoas não suportam tanta pressão, outras simplesmente cansaram de tentar ou até mesmo tem medo de serem renegados e (ou) injustiçados.
Se alguém aqui sofre algum tipo de preconceito sabe muito bem do que estou falando, não é apenas pensar 'Já chega, agora eu vou mudar o mundo, vou fazer com que o preconceito que os outros têm por mim acabe. '; No mais, quem não é vitima do preconceito, não tem o direito de reclamar da falta de atitude de quem sofre, quando você, que não é vitima de nada, tem a possibilidade de tentar dialogar para abrir os olhos dos seus familiares, vizinhos, amigos e afins, mas não o faz.

Por baixo de qualquer etnia, "raça", sexo, orientação sexual, identidade de gênero ou gostos musicais e culturais, há sempre um coração de um ser humano batendo, queiram as pessoas medíocres e ridículas ou não. (Essa é do Luis, membro da comunidade "Odeio Preconceito Contra emo")

"O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons." (Martin Luther King)

A mudança deve começar por nós mesmos, devemos também, junto com quem sofre, lutar para que todo esse preconceito burro acabe. É assim que eu penso e que acho que muitas outras pessoas deveriam pensar do mesmo modo.